quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Sem tino nem atino.

Sigo na vida sem tino
e a meta não se alcança
escrevo sonhos de menino
em versinhos de criança

Criança a crescer cá dentro
mas com cara de ansião
E quanto mais me concentro
mais vejo a contradição

Numa vida adiantada
com muito amor e enredo
No fim tudo vira nada
E, é disso que tenho medo.

Boa noite a quem navega no mar da própria vida!