terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
De caras...! naquilo com que não se quer encarar
Já passava da meia-noite e cada vez se tornava mais difícil de acreditar que se tratava de um "reality show" com a ministra da educação e algum do seu staff...Impagável! A breve trecho penso que os produtores de hollywood em crise de argumentistas acabarão por contratar a nossa matriaca da educação e o seu staff para escreverem argumentos "non sense". É intraduzível aquilo que aquela patética figura ministerial diz e que resulta numa massa inquantificável de ignorância acerca do que se passa nas escolas do seu "país de sucesso inventado". Já se percebeu que é possível que a nossa dirigente da educação padeça de um irrecuperável sintoma de dissonância cognitiva: não vê violência, facilitismo, nepotismo, compadrio, erros nas provas de exame e até nas provas de correcção há erros que a senhora não vê, a inadequação dos programas, o dilúvio legislativo que se abate sobre o quotidiano das escolas, os alunos que vão desaparecendo como seres humanos na voragem da burocracia... parece que nada vê... Não seria altura de consultar um especialista de traumas políticos ou aumentar a gradução da prótese ocular...? Penso eu!
Um tiro no pé... ou mlhares de tiros no pé
Alguns países cresceram criando assassinos - encobertos ou às escâncaras - e prosperam. Levaram a morte, a tortura, a chantagem, o latrocínio, o lenocínio e o genocídio a casa alheia e prosperaram. Foi uma sementeira, um tempo de assassinos, e prosperaram! Agora o tempo está virando maré de vacas magras, mas, não parecem querer desarmar. Na verdade, desarmaram, disponibilizaram, exportaram a lguns dos seus assassinos domésticos e, estão a vendê-los por bom preço. Num golpe previsível, as antigas vítimas aprenderam a lição e começaram a fabricar e exportar os seus próprios assassinos e aí, adeus Tin Towers, seguiu-se um tempo de pavor, terror e consciencializa ção, acrescido dos elevados custos de reconstrução das novas Twin Towers. Como a factura é muito elevada, começam a exportar as misérias internas, isto é, não havendo mais URSS, Vietnam, Rwanda, Burundi, Angola, Afeganistão, Iraque, Coreia do Norte, para onde exportar o que fazer com os assassinos de reserva? E que tal uns filmes sobre danos colaterais internos e, novamente, exportar! As provas estão aí, no cinema. Brian de Palma, Sidney Polack, Clooney, O. Stone, Clint Eastwood, eles aí estão com os seus filmes sobre o lixo qua a grande sanzala americana escondeu debaixo do capacho. E agora, grande tigre de papel e agora...!
Subscrever:
Comentários (Atom)