Sigo na vida sem tino
e a meta não se alcança
escrevo sonhos de menino
em versinhos de criança
Criança a crescer cá dentro
mas com cara de ansião
E quanto mais me concentro
mais vejo a contradição
Numa vida adiantada
com muito amor e enredo
No fim tudo vira nada
E, é disso que tenho medo.
Boa noite a quem navega no mar da própria vida!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
De caras...! naquilo com que não se quer encarar
Já passava da meia-noite e cada vez se tornava mais difícil de acreditar que se tratava de um "reality show" com a ministra da educação e algum do seu staff...Impagável! A breve trecho penso que os produtores de hollywood em crise de argumentistas acabarão por contratar a nossa matriaca da educação e o seu staff para escreverem argumentos "non sense". É intraduzível aquilo que aquela patética figura ministerial diz e que resulta numa massa inquantificável de ignorância acerca do que se passa nas escolas do seu "país de sucesso inventado". Já se percebeu que é possível que a nossa dirigente da educação padeça de um irrecuperável sintoma de dissonância cognitiva: não vê violência, facilitismo, nepotismo, compadrio, erros nas provas de exame e até nas provas de correcção há erros que a senhora não vê, a inadequação dos programas, o dilúvio legislativo que se abate sobre o quotidiano das escolas, os alunos que vão desaparecendo como seres humanos na voragem da burocracia... parece que nada vê... Não seria altura de consultar um especialista de traumas políticos ou aumentar a gradução da prótese ocular...? Penso eu!
Um tiro no pé... ou mlhares de tiros no pé
Alguns países cresceram criando assassinos - encobertos ou às escâncaras - e prosperam. Levaram a morte, a tortura, a chantagem, o latrocínio, o lenocínio e o genocídio a casa alheia e prosperaram. Foi uma sementeira, um tempo de assassinos, e prosperaram! Agora o tempo está virando maré de vacas magras, mas, não parecem querer desarmar. Na verdade, desarmaram, disponibilizaram, exportaram a lguns dos seus assassinos domésticos e, estão a vendê-los por bom preço. Num golpe previsível, as antigas vítimas aprenderam a lição e começaram a fabricar e exportar os seus próprios assassinos e aí, adeus Tin Towers, seguiu-se um tempo de pavor, terror e consciencializa ção, acrescido dos elevados custos de reconstrução das novas Twin Towers. Como a factura é muito elevada, começam a exportar as misérias internas, isto é, não havendo mais URSS, Vietnam, Rwanda, Burundi, Angola, Afeganistão, Iraque, Coreia do Norte, para onde exportar o que fazer com os assassinos de reserva? E que tal uns filmes sobre danos colaterais internos e, novamente, exportar! As provas estão aí, no cinema. Brian de Palma, Sidney Polack, Clooney, O. Stone, Clint Eastwood, eles aí estão com os seus filmes sobre o lixo qua a grande sanzala americana escondeu debaixo do capacho. E agora, grande tigre de papel e agora...!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Assim...de entrada no assunto
Caríssimos,
Vemos, ouvimos e lemos não podemos ignorar!
Quem o cantou lançou no éter um desafio e quem se sentir desafiado baixe a viseira, empunhe o pilum e carregue!
Carga sobre a estultícia governamental.
Até quando cidadãos, País, tribunais, até quando teremos no Ministério da Educação o ferrete da indignidade, desumanidade, arrogância, prepotência, incompetência, autoritarismo e iletracia?
Alguns elementos de reflexão:
A "patroa" dos professores em entrevista recente à TSF afirmou:
a) - O meu único interesse é defender os alunos...
b) - Os Sindicatos não sabem nada têm só uma visão parcial das coisas...
c) - Não há violência nas escolas...
d) - O sr. Procurador-Geral da República tem os seus canais de informação, mas não nas escolas...
e) - Os Sindicatos só fazem ruído, criam cortinas de fumo, foguetório...
(Des) disse muito mais e tudo não cabe aqui, por agora.
Perante tais pérolas de erudição - acrescento que produziu algumas preciosidades de eloquência quando, por mais de uma vez, na sua elocução perturbada - talvez porque ajuizou que pode enganar a inteligência emocional dos ouvintes - se divorciou sintacticamente da concordância em número.
Começamos algumas perguntas para lançar um diálogo:
- O Sr. Procurador-Geral da República não sabe da violência nas Escolas... Os Sindicatos não sabem das coisas, tem uma visão parcial... Não há violência nas Escolas... Será que só a Srª Mi- nistra sabe? Sabe o quê?
E outra e outra pergunta:
- Depois de Professores agredidos, alunos agredidos, funcionários agredidos, dentro e fora das escolas, alunos queimados, sovados e roubados, Gisberta assassinados em condições desumanas por alunos de uma instituição de ensino religiosa. Quantos novos actos de violência: agressões, crimes ou mortes têm que ser cometidos para que a tutela inerte reconheça a necessidade a prática do bulling e outras formas de crueldade e violência no universo da escola? Que novas barbaridades serão significativas e relevantes para a Srª Ministra da Educação?
Como diz a Srª Ministra... o meu único interesse é defender os alunos... Mas a nós Professores quem nos defende da estultícia ministerial? A nossa tutela, i.e, a nossa patroa, defende os clientes e cruci cifica os trabalhadores? Afinal o que somos para o seu Ministério? Números? Instrumen- tos? Peões de brega? Números de estatísticas de "downsizing" para equilíbrio das finanças públicas?
Professores e Funcionários que agonizam doentes e morrem na função educativa que atitude lhe inspiram, para além, da mais olímpica alienação?
Sobre as consequências da acção demolidora do seu lamentável consulado: fecho de escolas, bu- rocratização da função docente, os mais recentes atentados à educação como a reforma da edu- cação musical e o desmantelamento da educação especial, que imagem quer a Srª dar de si ao País e deste País ao mundo?
Estas reflexões, agora iniciadas, procuram concitar outras. É urgente que a SociedadeCivil mostre de forma iniquívoca o seu direito à indignação e actue em conformidade. Se a Ministra perdeu a tramontana, os professores ainda não.
A última pergunta de hoje, que comentário mereceu à Ministra da Educação o estudo inter- nacional que aponta os professores, primeiros de uma sondagem, com 42% e o primeiro lugar
como os mais competentes para governação comparados com o último lugar e com 7% , a dos políticos a que a senhora pertence?. Francamente, Srª Ministra como se sente política ou professora? Professora? Não, seguramente!
Será que a sua política defende os alunos? De quem? De quê? Quem precisa de ser defendido, efectivamente da acção nefasta da prática do seu Ministério?
Boa Noite, até próxima oportunidade.
Vemos, ouvimos e lemos não podemos ignorar!
Quem o cantou lançou no éter um desafio e quem se sentir desafiado baixe a viseira, empunhe o pilum e carregue!
Carga sobre a estultícia governamental.
Até quando cidadãos, País, tribunais, até quando teremos no Ministério da Educação o ferrete da indignidade, desumanidade, arrogância, prepotência, incompetência, autoritarismo e iletracia?
Alguns elementos de reflexão:
A "patroa" dos professores em entrevista recente à TSF afirmou:
a) - O meu único interesse é defender os alunos...
b) - Os Sindicatos não sabem nada têm só uma visão parcial das coisas...
c) - Não há violência nas escolas...
d) - O sr. Procurador-Geral da República tem os seus canais de informação, mas não nas escolas...
e) - Os Sindicatos só fazem ruído, criam cortinas de fumo, foguetório...
(Des) disse muito mais e tudo não cabe aqui, por agora.
Perante tais pérolas de erudição - acrescento que produziu algumas preciosidades de eloquência quando, por mais de uma vez, na sua elocução perturbada - talvez porque ajuizou que pode enganar a inteligência emocional dos ouvintes - se divorciou sintacticamente da concordância em número.
Começamos algumas perguntas para lançar um diálogo:
- O Sr. Procurador-Geral da República não sabe da violência nas Escolas... Os Sindicatos não sabem das coisas, tem uma visão parcial... Não há violência nas Escolas... Será que só a Srª Mi- nistra sabe? Sabe o quê?
E outra e outra pergunta:
- Depois de Professores agredidos, alunos agredidos, funcionários agredidos, dentro e fora das escolas, alunos queimados, sovados e roubados, Gisberta assassinados em condições desumanas por alunos de uma instituição de ensino religiosa. Quantos novos actos de violência: agressões, crimes ou mortes têm que ser cometidos para que a tutela inerte reconheça a necessidade a prática do bulling e outras formas de crueldade e violência no universo da escola? Que novas barbaridades serão significativas e relevantes para a Srª Ministra da Educação?
Como diz a Srª Ministra... o meu único interesse é defender os alunos... Mas a nós Professores quem nos defende da estultícia ministerial? A nossa tutela, i.e, a nossa patroa, defende os clientes e cruci cifica os trabalhadores? Afinal o que somos para o seu Ministério? Números? Instrumen- tos? Peões de brega? Números de estatísticas de "downsizing" para equilíbrio das finanças públicas?
Professores e Funcionários que agonizam doentes e morrem na função educativa que atitude lhe inspiram, para além, da mais olímpica alienação?
Sobre as consequências da acção demolidora do seu lamentável consulado: fecho de escolas, bu- rocratização da função docente, os mais recentes atentados à educação como a reforma da edu- cação musical e o desmantelamento da educação especial, que imagem quer a Srª dar de si ao País e deste País ao mundo?
Estas reflexões, agora iniciadas, procuram concitar outras. É urgente que a SociedadeCivil mostre de forma iniquívoca o seu direito à indignação e actue em conformidade. Se a Ministra perdeu a tramontana, os professores ainda não.
A última pergunta de hoje, que comentário mereceu à Ministra da Educação o estudo inter- nacional que aponta os professores, primeiros de uma sondagem, com 42% e o primeiro lugar
como os mais competentes para governação comparados com o último lugar e com 7% , a dos políticos a que a senhora pertence?. Francamente, Srª Ministra como se sente política ou professora? Professora? Não, seguramente!
Será que a sua política defende os alunos? De quem? De quê? Quem precisa de ser defendido, efectivamente da acção nefasta da prática do seu Ministério?
Boa Noite, até próxima oportunidade.
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