domingo, 16 de março de 2008

Das ruas do poder ao poder das ruas.

Estamos a assistir a novas "rábulas inventivas" dos nossos artistas do político: um queixa-se com argumentos étnicos, é atacado porque é do Porto, diz ele, mas depois ataca o Cunhal e o PC que não lutaram pela Liberdade, ao que parece é ex-ministro, actual ministro, professor universitário não-avaliado, mas é defensor da avaliação, dos outros, claro! Avaliação deste político Zero!
Outro, ao que parece, iniciou a campanha eleitoral visando candidatar-se a um novo mandato de primeiro. Mas coitado! Com a carranca com que discursou, mais parcia um vencedor-perdedor, na verdade, bem precisa de correr, correr tanto que o leve a ser corrido, de tanto correr. Melhor seria que aquele comício de júbilo e de agradecimento começasse por uma missa de acção de graças e talvez não tenha começado por pura "vendetta" contra os Bispos portugueses que se manifestaram apreensivos com a situação dos professores. Vi uma foto de alguém que no comício quis levantar o punho da ministra da educação que, pareceu estar muito consada da luta com os professores e não ter já ânimo para levantar o braço, seria? Uma vez mais, parece que a educação é o único território onde comendo sapos e engulindo elefantes é preciso, urgente e incontornável, fingir que abunda o sucesso e as vitórias. Se calhar é ou será uma das últimas vitórias de Pirron. Até a própria ministra da educação me pareceu um arremedo da estátua da Vitória da Samotrácia. Margareth Tatcher fez escola, se é que andou na escola. boa noite!

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