terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Um tiro no pé... ou mlhares de tiros no pé

Alguns países cresceram criando assassinos - encobertos ou às escâncaras - e prosperam. Levaram a morte, a tortura, a chantagem, o latrocínio, o lenocínio e o genocídio a casa alheia e prosperaram. Foi uma sementeira, um tempo de assassinos, e prosperaram! Agora o tempo está virando maré de vacas magras, mas, não parecem querer desarmar. Na verdade, desarmaram, disponibilizaram, exportaram a lguns dos seus assassinos domésticos e, estão a vendê-los por bom preço. Num golpe previsível, as antigas vítimas aprenderam a lição e começaram a fabricar e exportar os seus próprios assassinos e aí, adeus Tin Towers, seguiu-se um tempo de pavor, terror e consciencializa ção, acrescido dos elevados custos de reconstrução das novas Twin Towers. Como a factura é muito elevada, começam a exportar as misérias internas, isto é, não havendo mais URSS, Vietnam, Rwanda, Burundi, Angola, Afeganistão, Iraque, Coreia do Norte, para onde exportar o que fazer com os assassinos de reserva? E que tal uns filmes sobre danos colaterais internos e, novamente, exportar! As provas estão aí, no cinema. Brian de Palma, Sidney Polack, Clooney, O. Stone, Clint Eastwood, eles aí estão com os seus filmes sobre o lixo qua a grande sanzala americana escondeu debaixo do capacho. E agora, grande tigre de papel e agora...!

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